“Refreia os impulsos, que precedem dos instintos desgovernados, e age sob o comando da razão. É verdade que o sentimento bom deve derreter o gelo da lógica racional, no entanto, muitas vezes a frieza da emoção ou a sua loucura agressiva necessitam da vigilância do raciocínio. Cérebro e coração devem actuar juntos, proporcionando as vantagens do equilíbrio e do comedimento, em favor de uma vida sadia. Ouve com o sentimento e age com a razão, doseando bem a participação de cada um.”

(Autor desconhecido)